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Meus heróis, fada-madrinha e cia

Quantos bons encontros podemos ter durante a vida?
E se os melhores encontros das nossas vidas forem compartilhados com os pequenos?
Amigos, amigas, namorados, namoradas, tias, tios, primos, primas, dindas, dindos, são parceiros e parceiras que ajudam nossa caminhada pela vida e enriquecem as nossas possibilidades de construir uma maternidade/paternidade mais rica, mais aberta, mais consciente, mais feliz.
Nossos parceiros de caminhada são as fadas-madrinha dos pequenos. São os outros adultos que cercam a vida deles e ampliarão as formas com enxergam e pensam a vida.
Cada tio/tia que chega para a vida do pequeno traz consigo um monte de histórias, um monte de saberes, um monte de amor em formato inédito para aquele pequeno e esse aprendizado será parte de todas as memórias que formarão as bases de suas vidas, que nortearão a forma como o pequeno vai crescer e viver no mundo.
Os pequenos crescem e nesse processo de crescer precisarão de apoio para entender melhor o mundo a sua volta e a forma como podem participar desse mundo tão confuso. São esses adultos que os cercam que ajudarão nesse momento (que pode durar toda a vida).
A amiga desbocada. O tio que cozinha. O amigo que escuta Raul Seixas. A tia que entende de futebol. Os tios apaixonados. A dinda bagunceira. O amigo que viaja. A tia que cuida dos filhos. O amigo político. A tia religiosa. A amiga barraqueira. A tia sagaz.
Com cada adulto-parceiro o pequeno aprende um pouquinho e cada pouquinho que aprende, guarda no seu potinho de memórias.
Esse potinho de memórias é a vida do pequeno, que vai enchendo com tudo que ele vê, escuta, observa, deseja, admira. Esse potinho pode ser muito rico, cheio de coisas boas, diferentes, referências e ideias que ele vai visitando ao longo da sua vida, buscando respostas para construir seu caminho.
A diversidade é a alma dos bons encontros e esse potinho é o segredo para fazer a vida do pequeno mais feliz.
Vamos ajudar a encher esse potinho?
Que tal chamar uma dessas fada-madrinhapara uma visita?

Aquele abraço,
Laura Cristina Ferreira

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